{"id":8888,"date":"2021-11-17T08:29:19","date_gmt":"2021-11-17T11:29:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalimprensasindical.com.br\/sitenovo\/?p=8888"},"modified":"2021-11-17T08:29:19","modified_gmt":"2021-11-17T11:29:19","slug":"covid-19-europa-retoma-as-restricoes-mais-severas-com-confinamento-para-nao-vacinados-toque-de-recolher-e-fechamento-de-restaurantes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalimprensasindical.com.br\/sitenovo\/covid-19-europa-retoma-as-restricoes-mais-severas-com-confinamento-para-nao-vacinados-toque-de-recolher-e-fechamento-de-restaurantes\/","title":{"rendered":"Covid-19: Europa retoma as restri\u00e7\u00f5es mais severas com confinamento para n\u00e3o vacinados, toque de recolher e fechamento de restaurantes"},"content":{"rendered":"<p><em>Cifras de cont\u00e1gios e de ocupa\u00e7\u00e3o das UTIs obrigam a um recuo quando muitos acreditavam j\u00e1 viver a \u2018nova normalidade\u2019. Pa\u00edses Baixos anunciam novas medidas, e a \u00c1ustria quer evitar que n\u00e3o imunizados saiam \u00e0 rua se n\u00e3o for imprescind\u00edvel<\/em><\/p>\n<p>Uma nova ofensiva do coronav\u00edrus est\u00e1 obrigando a Europa a recuperar restri\u00e7\u00f5es que poucos esperavam rever depois das campanhas de vacina\u00e7\u00e3o. A covid-19 n\u00e3o s\u00f3 n\u00e3o desapareceu como tamb\u00e9m, em alguns pa\u00edses da Europa Central e Oriental, este outono trouxe a pior onda desde o come\u00e7o da pandemia. As incid\u00eancias elevadas est\u00e3o sendo registradas\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/internacional\/2021-11-09\/europa-mergulha-em-uma-nova-onda-de-covid-19-em-paises-com-vacinacao-atrasada.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u><strong>sobretudo em territ\u00f3rios com baixas taxas de vacina\u00e7\u00e3o<\/strong><\/u><\/a>, raz\u00e3o pela qual as autoridades alem\u00e3s batizaram o fen\u00f4meno que assola meia Europa como\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/internacional\/2021-11-04\/alemanha-avalia-retomar-restricoes-ante-a-pandemia-de-nao-vacinados.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u><strong>\u201ca pandemia dos n\u00e3o vacinados\u201d<\/strong><\/u><\/a>.\u00a0O virologista-estrela desse pa\u00eds, Christian Drosten, diz em seu podcast semanal que ser\u00e1 preciso discutir a ado\u00e7\u00e3o de medidas que, esperava ele, j\u00e1 \u201cpoderiam ter sido deixadas para tr\u00e1s\u201d.<\/p>\n<p>Alguns pa\u00edses j\u00e1 as retomaram, ou est\u00e3o prestes. Toque de recolher noturno para os n\u00e3o vacinados, fechamento de bares e restaurantes, e a palavra mais temida: confinamento, neste caso\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/sociedad\/2021-07-29\/queda-na-taxa-de-imunizacao-em-paises-ricos-da-impulso-a-medidas-coercitivas-para-aqueles-que-nao-sao-vacinados.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u><strong>para quem se recusa a ser imunizado<\/strong><\/u><\/a>. Os servi\u00e7os de sa\u00fade de muitos pa\u00edses est\u00e3o no limite ou j\u00e1 saturados, como ocorre na Rom\u00eania e Bulg\u00e1ria, onde as mortes di\u00e1rias pela doen\u00e7a superam as registradas nas ondas precedentes. Ambos os pa\u00edses t\u00eam a grande maioria de sua popula\u00e7\u00e3o ainda sem vacinar. O epidemiologista alem\u00e3o Hajo Zeeb, do Instituto Leibniz, acredita que a Europa tenha chegado ao atual outono despreparada, com taxas de vacina\u00e7\u00e3o insuficientes somando-se \u201c\u00e0 chegada do frio e a conseguinte maior atividade em ambientes internos e o relaxamento das medidas de prote\u00e7\u00e3o na vida p\u00fablica e privada\u201d.<\/p>\n<p>A Alemanha h\u00e1 dias vem batendo o recorde de novos casos di\u00e1rios de coronav\u00edrus em toda a pandemia. Na quinta-feira, registrou 50.000 positivos, uma cifra in\u00e9dita que assusta as autoridades porque cresce muito rapidamente, traduzindo-se diariamente na chegada de novos pacientes \u00e0s unidades de terapia intensiva do pa\u00eds. O maior hospital de Berlim, o Charit\u00e9, anunciou a suspens\u00e3o de todas as cirurgias programadas. A chanceler Angela Merkel e seu ministro da Sa\u00fade, Jens Spahn, devem se reunir na semana que vem com os Estados federados para definir medidas, mas muitos j\u00e1 est\u00e3o voltando a impor restri\u00e7\u00f5es por conta pr\u00f3pria. Na Sax\u00f4nia, por exemplo, j\u00e1 n\u00e3o basta mais mostrar um exame negativo para entrar em um bar ou um restaurante. Agora s\u00f3 s\u00e3o aceitos vacinados ou recuperados. Berlim impor\u00e1 isso na pr\u00f3xima segunda-feira.<\/p>\n<p>Pela primeira vez, este pa\u00eds pouco dado a impor obriga\u00e7\u00f5es a seus cidad\u00e3os discute a possibilidade de que determinados coletivos, como os cuidadores e os profissionais sanit\u00e1rios, s\u00f3 possam trabalhar se estiverem vacinados. O Governo aprovou a retomada dos exames de ant\u00edgenos gratuitos \u2013 os havia interrompido para incentivar a vacina\u00e7\u00e3o. \u201cEsperam-nos semanas e meses dif\u00edceis\u201d, disse nesta sexta-feira Lothar Wieler, presidente do Instituto Robert Koch de doen\u00e7as infecciosas.<\/p>\n<figure class=\"image\">\n<figure style=\"width: 630px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" style=\"width: 517px; height: 344px;\" src=\"https:\/\/www.ncst.org.br\/images_news\/Image\/covid-2(1).jpg\" alt=\"\" width=\"630\" height=\"420\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Um homem faz um exame de covid-19 num posto de sa\u00fade na cidade alem\u00e3 de Duisburg, nesta sexta-feira &#8211; Foto:\u00a0Ina Fassbender (AFP)<\/figcaption><\/figure><figcaption><\/figcaption><\/figure>\n<p>Nos Pa\u00edses Baixos, o primeiro-ministro Mark Rutte apresentou nesta sexta-feira as novas normas que ir\u00e3o vigorar pelas pr\u00f3ximas tr\u00eas semanas para conter o aumento de cont\u00e1gios, informa\u00a0<strong>Isabel Ferrer<\/strong>. \u201cTemos uma mensagem muito inc\u00f4moda, com muitas medidas dr\u00e1sticas\u201d, declarou Rutte. \u201c<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/ciencia\/2021-08-28\/variante-delta-do-coronavirus-duplica-o-risco-de-hospitalizacao-entre-os-nao-vacinados.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u><strong>O v\u00edrus est\u00e1 por toda parte<\/strong><\/u><\/a>\u00a0e deve ser combatido em todas as partes.\u201d O Governo decidiu recuperar a dist\u00e2ncia de seguran\u00e7a de 1,5 metro entre as pessoas. Tamb\u00e9m antecipou para as 20h o hor\u00e1rio de fechamento de bares e restaurantes. Com\u00e9rcios n\u00e3o considerados essenciais, como as lojas de departamentos, fechar\u00e3o \u00e0s 18h. Eventos esportivos ser\u00e3o realizados sem p\u00fablico, o que inclui o jogo da sele\u00e7\u00e3o nacional de futebol contra a Noruega pelas eliminat\u00f3rias da Copa do Mundo de 2022, na ter\u00e7a-feira. Al\u00e9m disso, pede-se \u00e0 popula\u00e7\u00e3o que trabalhe de casa na medida do poss\u00edvel e que n\u00e3o receba mais de quatro convidados por vez.<\/p>\n<p>O minist\u00e9rio holand\u00eas da Sa\u00fade acelera, por outro lado, a administra\u00e7\u00e3o da dose de refor\u00e7o da vacina contra o coronav\u00edrus: os maiores de 80 anos a receber\u00e3o a partir da pr\u00f3xima semana, e em seguida vir\u00e1 a faixa et\u00e1ria dos 60 aos 80. Tamb\u00e9m ser\u00e1 administrada a profissionais que trabalham em hospitais e em asilos geri\u00e1tricos e para dependentes. Hugo de Jonge, ministro da Sa\u00fade, admitiu que a nova bateria de medidas \u201cgerar\u00e1 grandes discuss\u00f5es\u201d. \u201cPodemos discordar, mas \u00e9 importante que a sa\u00fade continue acess\u00edvel a todos.\u201d O Governo quer facilitar que as empresas admitam s\u00f3 os funcion\u00e1rios vacinados ou curados. Mas, para que n\u00e3o seja suficiente o exame negativo, \u00e9 necess\u00e1ria uma modifica\u00e7\u00e3o legal, com aprova\u00e7\u00e3o do Parlamento, e isso s\u00f3 ser\u00e1 decidido dentro de tr\u00eas semanas aproximadamente. O ministro salientou que a nova forma de lidar com o passaporte covid-19 \u201cn\u00e3o equivale a for\u00e7ar a vacina\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>As medidas anunciadas ap\u00f3s longas delibera\u00e7\u00f5es buscam conter o aumento dos cont\u00e1gios no pa\u00eds, que superaram os 16.000 pelo segundo dia consecutivo. O recorde anterior era de 13.000 casos positivos em uma jornada, registrado em dezembro de 2020. Embora as novas normas mantenham em funcionamento os cinemas, teatros e escolas \u2013 com classes de at\u00e9 75 alunos \u2013, elas representam uma clara mudan\u00e7a de rumo, j\u00e1 que o Executivo esperava que, com quase 85% da popula\u00e7\u00e3o vacinada, n\u00e3o fosse preciso recorrer a um fechamento parcial.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m a \u00c1ustria se encaminha para medidas muito mais dr\u00e1sticas para frear a galopante onda de cont\u00e1gios, muito superior \u00e0 do inverno passado. O chanceler (primeiro-ministro), o conservador Alexander Schallenberg, anunciou que neste fim de semana poder\u00e1 autorizar o confinamento das pessoas n\u00e3o vacinadas ou curadas da covid-19, uma medida que exigir\u00e1 negociar com os governos dos nove Estados da \u00c1ustria e um debate no Parlamento.<\/p>\n<p>Schallenberg se referiu ao \u201cvergonhoso\u201d percentual de vacina\u00e7\u00e3o no pa\u00eds, que alcan\u00e7a 65% da popula\u00e7\u00e3o (de um total de 8,9 milh\u00f5es) e \u00e9 um dos mais baixos da Europa Ocidental. A Alemanha (67,4% de vacinados) voltou a colocar a \u00c1ustria, com a qual tem quase 800 quil\u00f4metros de fronteira comum e grande tr\u00e2nsito de trabalhadores de um lado para o outro, na lista dos pa\u00edses de risco, o que obriga os n\u00e3o vacinados a fazerem quarentena ao entrar em territ\u00f3rio alem\u00e3o.<\/p>\n<p>O confinamento\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/sociedad\/2021-07-20\/pandemia-dos-nao-vacinados-assombra-os-eua.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u><strong>dos n\u00e3o vacinados<\/strong><\/u><\/a>, que s\u00f3 poderiam sair para trabalhar, fazer compras ou dar um passeio, j\u00e1 est\u00e1 previsto a partir da pr\u00f3xima segunda-feira para a Alta \u00c1ustria, a regi\u00e3o mais atrasada na vacina\u00e7\u00e3o, embora ainda n\u00e3o sejam conhecidos detalhes de como se pretende controlar essa parte da popula\u00e7\u00e3o, informa\u00a0Sara Velert. No fim de outubro, a \u00c1ustria aprovou um plano de cinco fases que aponta diretamente para os n\u00e3o vacinados. A partir de um determinado limite de casos e de ocupa\u00e7\u00e3o hospitalar, eles n\u00e3o poder\u00e3o permanecer em nenhum lugar p\u00fablico. Na quinta fase, a se superar 30% de ocupa\u00e7\u00e3o nas UTIs do pa\u00eds, ser\u00e3o proibidos de sair de casa, salvo exce\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a partir desta segunda-feira bares, restaurantes, barbearias e sal\u00f5es de beleza exigir\u00e3o em todo o pa\u00eds que os clientes estejam vacinados ou recuperados (exames negativos n\u00e3o servem mais). Isso sim serviu de incentivo aos austr\u00edacos. A imprensa local noticia que neste fim de semana os postos de vacina\u00e7\u00e3o registraram filas que n\u00e3o eram vistas havia meses. Os jornais alem\u00e3es falam do\u00a0Schnitzelpanik, o medo de n\u00e3o poder entrar num restaurante para degustar o prato t\u00edpico austr\u00edaco. O Governo cogita inclusive obrigar os funcion\u00e1rios n\u00e3o vacinados a apresentarem exames PCR negativos para poderem trabalhar diariamente. Os hospitais come\u00e7am a ser afetados. As autoridades da Baixa \u00c1ustria, no nordeste do pa\u00eds, h\u00e1 dias v\u00eam cancelando toda a atividade cir\u00fargica n\u00e3o urgente por falta de leitos.<\/p>\n<p>O Governo h\u00fangaro readotou medidas em 1\u00ba de novembro. Voltou a ser obrigat\u00f3rio o uso de m\u00e1scara no transporte p\u00fablico, e os hospitais restringem as visitas novamente. As autoridades est\u00e3o usando a quest\u00e3o do emprego como pressionar por uma melhora do percentual de vacinados. Os patr\u00f5es podem exigir a imuniza\u00e7\u00e3o dos seus funcion\u00e1rios e afast\u00e1-los sem direito a sal\u00e1rio em caso de recusa. Se ap\u00f3s um ano o empregado continuar sem se vacinar, e a medida de emerg\u00eancia continuar em vigor, isso seria justificativa para demiss\u00e3o.<\/p>\n<p>A Rom\u00eania instaurou o toque de recolher das 20h \u00e0s 5h para as pessoas sem vacina\u00e7\u00e3o e obriga a apresenta\u00e7\u00e3o do\u00a0passaporte covid\u00a0para entrar em praticamente todos os lugares p\u00fablicos fechados. Os n\u00e3o vacinados est\u00e3o proibidos de entrar em estabelecimentos n\u00e3o essenciais, e os bares, restaurantes e lojas devem fechar obrigatoriamente antes das 21h, informa\u00a0Ra\u00fal S\u00e1nchez Costa. As autoridades tamb\u00e9m deram duas semanas de f\u00e9rias \u00e0s crian\u00e7as para tentar reduzir o n\u00famero de cont\u00e1gios. O pa\u00eds tem 65% da popula\u00e7\u00e3o sem vacinar e um sistema de sa\u00fade muito fr\u00e1gil, com instala\u00e7\u00f5es obsoletas e falta de pessoal. Dedica apenas 6% do seu PIB a sustent\u00e1-lo, o n\u00edvel mais baixo da Uni\u00e3o Europeia. As cifras de mortos (463 na ter\u00e7a-feira passada, mas registrou picos de quase 600) s\u00e3o as mais altas da pandemia.<\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o mais complicada \u00e9 vivida na Bulg\u00e1ria, o pa\u00eds mais pobre da Uni\u00e3o Europeia. Sua terceira onda est\u00e1 sendo a pior, com 200 mortes di\u00e1rias de m\u00e9dia numa popula\u00e7\u00e3o inferior a sete milh\u00f5es de habitantes. Especialistas acreditam que a crise pol\u00edtica no pa\u00eds, sem Governo h\u00e1 meses, est\u00e1 afetando a gest\u00e3o da crise do coronav\u00edrus. Os b\u00falgaros v\u00e3o \u00e0s urnas para eleger um Parlamento pela terceira vez em um ano. O pa\u00eds balc\u00e2nico tem, al\u00e9m disso, a pior taxa de vacina\u00e7\u00e3o da UE: apenas 23% da popula\u00e7\u00e3o com a pauta completa. Nesta semana, o pa\u00eds pediu ajuda \u00e0 UE ao ativar o mecanismo de defesa civil para receber equipamento: precisa de oxig\u00eanio, respiradores e leitos.<\/p>\n<p>As cifras da Eslov\u00e1quia (5,5 milh\u00f5es de habitantes), tamb\u00e9m com uma das piores percentagens de popula\u00e7\u00e3o vacinada, obrigaram seu Governo a tomar medidas mais contundentes, que ningu\u00e9m esperava voltar a ver na Europa. Desde segunda-feira passada, os hot\u00e9is, bares e restaurantes est\u00e3o fechados em metade do pa\u00eds \u2013 as regi\u00f5es com os cont\u00e1gios descontrolados. O mesmo ocorre com academias de gin\u00e1stica, saunas e spas. As m\u00e1scaras s\u00e3o obrigat\u00f3rias em ambientes fechados, mas tamb\u00e9m ao ar livre, e n\u00e3o s\u00e3o permitidas aglomera\u00e7\u00f5es com mais de 100 pessoas (todas vacinadas). Os cientistas que assessoram o Governo est\u00e3o pedindo que os movimentos dos n\u00e3o vacinados sejam limitados.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m nos pa\u00edses n\u00f3rdicos a situa\u00e7\u00e3o come\u00e7a a se complicar. A Dinamarca decidiu no come\u00e7o de setembro inaugurar a nova normalidade e eliminar todas as restri\u00e7\u00f5es. Agora, no in\u00edcio de sua terceira onda, tem que voltar a aplic\u00e1-las. A partir desta sexta-feira, \u00e9 necess\u00e1rio novamente apresentar o\u00a0passaporte covid\u00a0em bares, restaurantes, discotecas e todos os eventos com aglomera\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m os empres\u00e1rios poder\u00e3o pedir provas de vacina\u00e7\u00e3o, cura ou exame negativa a seus empregados.<\/p>\n<p><em>Fonte:\u00a0<strong>EL PA\u00cdS<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>por\u00a0Elena G. Sevillano<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cifras de cont\u00e1gios e de ocupa\u00e7\u00e3o das UTIs obrigam a um recuo quando muitos acreditavam j\u00e1 viver a \u2018nova normalidade\u2019. 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