{"id":7323,"date":"2021-03-12T19:18:03","date_gmt":"2021-03-12T22:18:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalimprensasindical.com.br\/sitenovo\/?p=7323"},"modified":"2021-03-12T19:18:03","modified_gmt":"2021-03-12T22:18:03","slug":"um-ano-de-pandemia-de-covid-19-tragedia-ainda-mais-desastrosa-para-os-brasileiros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalimprensasindical.com.br\/sitenovo\/um-ano-de-pandemia-de-covid-19-tragedia-ainda-mais-desastrosa-para-os-brasileiros\/","title":{"rendered":"Um ano de pandemia de covid-19, trag\u00e9dia ainda mais desastrosa para os brasileiros"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Um ano ap\u00f3s o decreto de pandemia pela OMS, Brasil enfrenta pior momento, com mais de 2 mil mortes di\u00e1rias. No caminho oposto, o mundo controla o surto com isolamento e vacinas<\/em><\/strong><\/p>\n<p>A pandemia de covid-19 completa um ano. Em 11 de mar\u00e7o de 2020, a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) decretou o descontrole global da doen\u00e7a provocada por um novo\u00a0<a href=\"https:\/\/www.redebrasilatual.com.br\/tag\/coronavirus\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u><strong>coronav\u00edrus<\/strong><\/u><\/a>, o Sars-Cov-2. Deste ent\u00e3o, a\u00a0<a href=\"https:\/\/www.redebrasilatual.com.br\/tag\/coronavirus\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u><strong>infec\u00e7\u00e3o<\/strong><\/u><\/a>\u00a0j\u00e1 soma \u2013 em n\u00fameros oficiais \u2013 48,5 milh\u00f5es de casos confirmados e mais de 2,6 milh\u00f5es de mortos em todo o mundo. \u00c9 a mais grave crise sanit\u00e1ria da humanidade em mais de 100 anos, depois da chamada gripe espanhola, de 1918. Entre os mais afetados est\u00e1 o Brasil, que coleciona uma ampla sequ\u00eancia de erros na condu\u00e7\u00e3o do surto pelo governo de Jair Bolsonaro.<\/p>\n<p>Na defini\u00e7\u00e3o da Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz (Fiocruz), pandemia se caracteriza pela \u201cdissemina\u00e7\u00e3o mundial de uma nova doen\u00e7a e o termo passa a ser usado quando uma\u00a0epidemia, surto que afeta uma regi\u00e3o, se espalha por diferentes continentes, com transmiss\u00e3o sustentada de pessoa para pessoa\u201d. Trata-se de um surto global que revelou intensas desigualdades, especialmente em rela\u00e7\u00e3o ao tratamento da doen\u00e7a no \u00e2mbito da sa\u00fade p\u00fablica.<\/p>\n<p>Desde o in\u00edcio de 2021, de maneira geral o mundo passou a reduzir o n\u00famero di\u00e1rio de casos e mortes. A\u00a0expertise\u00a0acumulada neste um ano na conten\u00e7\u00e3o do v\u00edrus passa pela melhora nos protocolos de sa\u00fade. Eles envolvem tanto tratamentos mais eficientes como os comprovadamente eficazes isolamento social, uso de m\u00e1scaras e higiene das m\u00e3os. Outro fator decisivo que aponta para o controle da pandemia foi a elabora\u00e7\u00e3o em tempo recorde de um grande n\u00famero de vacina eficazes. Imunizantes, inclusive, que utilizam tecnologias inovadoras \u2013 como as vacinas de RNA mensageiro \u2013 e revelam um horizonte de esperan\u00e7a para a cura de outras doen\u00e7as virais.<\/p>\n<p><strong>Pior dos mundos<\/strong><\/p>\n<p>Hoje, o Brasil enfrenta seu pior momento em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 covid-19. De acordo com o balan\u00e7o de ontem (10) do Conselho Nacional dos Secret\u00e1rios de Sa\u00fade (<a href=\"https:\/\/www.conass.org.br\/painelconasscovid19\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u><strong>Conass<\/strong><\/u><\/a>), morreram 2.286 brasileiros no per\u00edodo equivalente a um \u00fanico dia. At\u00e9 agora, foram 270.656 mortes e mais de 11 milh\u00f5es de infectados, sem contar a ampla e admitida subnotifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 o segundo pa\u00eds em n\u00famero absoluto de mortes, atr\u00e1s apenas dos Estados Unidos. Entretanto, o Brasil, nas \u00faltimas seis semanas, ostenta a posi\u00e7\u00e3o de epicentro global da covid-19. \u00c9 a na\u00e7\u00e3o onde mais pessoas se infectam por dia e tamb\u00e9m onde mais a infec\u00e7\u00e3o mata (a estimativa \u00e9 que de 12% a 17% dos casos di\u00e1rios do mundo ocorrem em solo brasileiro).<\/p>\n<p>Mais eficiente do que os n\u00fameros absolutos para entender a gravidade da pandemia, s\u00e3o as taxas de transmiss\u00e3o e curvas epidemiol\u00f3gicas m\u00e9dias, como explica o epidemiologista e professor em\u00e9rito da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) Cesar Victora. \u201cSabemos que o n\u00famero de casos notificados subestima a magnitude da doen\u00e7a. As taxas de transmiss\u00e3o refletem uma realidade mais precisa da epidemia. Vemos um movimento de duas ondas, embora nunca tenhamos baixado pr\u00f3ximo de zero. O restante do mundo agora v\u00ea um franco decl\u00ednio de mortes enquanto o Brasil est\u00e1 em franca ascens\u00e3o\u201d, disse.<\/p>\n<p><strong>Trag\u00e9dia naturalizada<\/strong><\/p>\n<p>Victora participou de debate virtual ontem promovido pelo N\u00facleo de Estudos Avan\u00e7ados (NEA) da Fiocruz. Em pauta, os avan\u00e7os, dificuldades e, especialmente, os problemas do Brasil. \u201cAtualmente, somos o n\u00famero um do mundo em taxa de mortalidade e n\u00famero dois do mundo em n\u00fameros absolutos, atr\u00e1s dos EUA que est\u00e3o em decl\u00ednio. Aqui no Brasil, por agosto ou setembro a popula\u00e7\u00e3o decretou o fim da pandemia. Com ajuda de dirigentes mal informados ou mal intencionados. Estamos apenas 5% mais em casa do que antes da pandemia\u201d, disse, sobre os baixos \u00edndices de isolamento no pa\u00eds e o descaso com a pandemia.<\/p>\n<p>Com boa parte dos estados brasileiros \u00e0 beira do colapso no sistema hospitalar pela falta de leitos, ou j\u00e1 colapsados, estados e munic\u00edpios passam a adotar, tardiamente, medidas de isolamento. Entretanto, elas seguem sem efetividade e amplamente ignoradas pela popula\u00e7\u00e3o. \u201cQuando me falam que\u00a0lockdown\u00a0n\u00e3o adianta, eu pergunto: o que \u00e9\u00a0lockdown? Por que no Brasil n\u00e3o existe isso\u201d, afirma Victora. O sucesso do\u00a0lockdown\u00a0\u00e9 unanimidade entre a comunidade cient\u00edfica e de sucesso verific\u00e1vel com facilidade em pa\u00edses da \u00c1sia, Oceania e Europa.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ncst.org.br\/images_news\/Image\/obitos-por-milhao-brmundo-2.jpg\" alt=\"\" width=\"630\" height=\"464\" \/><figcaption><strong>\u00d3bitos semanais por milh\u00e3o: Brasil no topo da crise. Forte redu\u00e7\u00e3o da curva em outros pa\u00edses \u00e9 resultado de lockdown. Fonte: NEA Fiocruz<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>P\u00e1ria internacional<\/strong><\/p>\n<p>Um dos resultados do descaso do Brasil com medidas de distanciamento foi revelado ao mundo com o surgimento de uma muta\u00e7\u00e3o da covid-19 em Manaus. A variedade, batizada de P1, \u00e9 mais contagiosa e vem mostrando potencial de maior letalidade. Al\u00e9m do Brasil se tornar um risco ao mundo, assim como decretou na \u00faltima semana a OMS, a variedade P1 sequer foi detectada no Brasil. Foram cientistas japoneses que identificaram a nova cepa em um brasileiro.<\/p>\n<p>Isso revela tamb\u00e9m a falta de recursos para decodifica\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica do v\u00edrus, essencial para controle eficaz de uma epidemia. Hoje, o Brasil \u00e9 um dos pa\u00edses mais fechados do mundo, que mais sofre com bloqueios para turistas.<\/p>\n<p>\u201cE temos problemas b\u00e1sicos: quanto mais o v\u00edrus circula e se reproduz, mais muta\u00e7\u00f5es ocorrem. A maioria das muta\u00e7\u00f5es s\u00e3o irrelevantes, mas elas podem se tornar dominantes quando se disseminam de forma eficaz. E todas as variantes possuem em comum que m\u00e1scaras, distanciamento e higiene das m\u00e3os funcionam\u201d, explica Victora.<\/p>\n<p><strong>Breve hist\u00f3rico<\/strong><\/p>\n<p>A pneumologista e pesquisadora da Escola Nacional de Sa\u00fade P\u00fablica S\u00e9rgio Arouca (Ensp\/Fiocruz) Margareth Dalcomo ajuda a fazer um breve hist\u00f3rico da covid-19 neste um ano. \u201cTemos uma hist\u00f3ria de grande intensidade e um olhar prospectivo n\u00e3o muito otimista. O Sars-Cov-2, o que recebemos em mar\u00e7o, chegou a n\u00f3s da China como uma pneumonia at\u00edpica. Hoje temos mais de 105 mil publica\u00e7\u00f5es relacionadas \u00e0 covid-19. Ent\u00e3o tivemos dois tsunamis, o da pandemia e o da produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Ela explica que o entendimento do v\u00edrus evoluiu com velocidade, mas que o negacionismo e o obscurantismo impediram maiores avan\u00e7os. \u201d Em um m\u00eas, n\u00f3s pneumologistas, percebemos que n\u00e3o est\u00e1vamos diante de uma pneumonia, mas sim de uma doen\u00e7a sist\u00eamica capaz de comprometer todos os \u00f3rg\u00e3os do corpo (\u2026) Tivemos ent\u00e3o com cinco meses uma publica\u00e7\u00e3o inglesa sobre a dexametasona, o primeiro medicamento que efetivamente poderia reduzir mortalidade pela covid-19 (\u2026) Fizemos estudos seguidos com diferentes medicamentos e eles foram como um jogo de domin\u00f3, caindo por terra e revelando: o que reduz mortalidade s\u00e3o boas pr\u00e1ticas de terapia intensiva em quadros graves.\u201d<\/p>\n<p><strong>Onda de absurdos<\/strong><\/p>\n<p>J\u00e1 nos cinco primeiros meses de pandemia, Margareth lembra que estudos internacionais apontavam para a inefic\u00e1cia de uma s\u00e9rie de medicamentos, anunciados como \u201csalva\u00e7\u00e3o\u201d. Entre eles, a cloroquina e seu composto, a hidroxicloroquina. Mesmo assim Bolsonaro passou a defender o rem\u00e9dio como \u201cmilagroso\u201d. Munido dessa convic\u00e7\u00e3o sem base cient\u00edfica, o presidente passou a estimular aglomera\u00e7\u00f5es, atacar o isolamento social e at\u00e9 mesmo o uso de m\u00e1scaras, que chegou a afirmar \u201cser coisa de maricas\u201d. Enquanto isso, adotou um profundo desprezo com a vida dos brasileiros, perdida aos milhares diariamente. \u201cQuer que eu fa\u00e7a o que? N\u00e3o sou coveiro. \u00c9 s\u00f3 uma gripezinha\u201d, entre outras frases de conte\u00fado similar.<\/p>\n<p>\u201cDesde os primeiros estudos, cloroquina e hidroxicloroquina foram paradigm\u00e1ticos. Desde o in\u00edcio se mostraram incapazes n\u00e3o apenas de impedir mortalidade, como tamb\u00e9m de impedir agravamento de caso (\u2026) Ent\u00e3o, no Brasil come\u00e7amos a lutar pela informa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica de boa qualidade (\u2026) Lutamos contra o obscurantismo. N\u00e3o conhe\u00e7o nenhum outro pa\u00eds onde tenha vingado de maneira ostensiva e pouco \u00e9tica para n\u00e3o usar outros adjetivos a quest\u00e3o do tratamento precoce\u201d, disse.<\/p>\n<p><strong>Politiza\u00e7\u00e3o e risco<\/strong><\/p>\n<p>Margareth tamb\u00e9m lembra de outro medicamento \u201creceitado\u201d em grande escala por Bolsonaro, a ivermectina. Al\u00e9m de ineficaz, apresenta um grande risco por efeitos colaterais que podem levar uma pessoa saud\u00e1vel \u00e0 fal\u00eancia hep\u00e1tica. \u201cVeja a ivermectina, medicamento usado para tratamento de sarna, piolho (\u2026) Existem farm\u00e1cias com carrinhos de supermercado lotados de ivermectina, com pessoas tomando e na fila do transplante de f\u00edgado de tanto tomar ivermectina. H\u00e1 pessoas que tomam meses esse rem\u00e9dio. Vimos saquinhos da ilus\u00e3o, distribu\u00eddos politicamente, onde s\u00e3o colocados dentro ivermectina, cloroquina, corticoide, vitamina D, vitamina C, enfim, uma coisa inteiramente sem sentido.\u201d<\/p>\n<p><strong>Vacinas contra a covid<\/strong><\/p>\n<p>Outro conjunto de a\u00e7\u00f5es que prejudicou a situa\u00e7\u00e3o da covid-19 no Brasil foi a postura contr\u00e1ria a vacinas por Bolsonaro. Ele foi o \u00fanico presidente do mundo a atacar vacinas. Disse abertamente que n\u00e3o tomaria, que a busca por elas era exagerada, enquanto seus apoiadores passaram a adotar como lema: \u201cN\u00e3o queremos vacinas, temos cloroquina\u201d.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ncst.org.br\/images_news\/Image\/cloroquina-1024x643.jpg\" alt=\"\" width=\"630\" height=\"396\" \/><figcaption><strong>Grupo de bolsonaristas em manifesta\u00e7\u00e3o contra a vacina em Curitiba. Foto: Eduardo Matysiak<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n<p>Hoje, a realidade come\u00e7a a se impor. Ap\u00f3s decis\u00e3o que possibilitou o ex-presidente Luiz In\u00e1cio da Silva a concorrer \u00e0s elei\u00e7\u00f5es em 2022, o petista concedeu entrevista coletiva, ontem, de grande repercuss\u00e3o. Ao contr\u00e1rio de Bolsonaro, se solidarizou com as v\u00edtimas e defendeu veemente a vacina\u00e7\u00e3o, o isolamento social e o uso de m\u00e1scaras. Apresentou-se como l\u00edder respons\u00e1vel e conectado com as melhores pr\u00e1ticas e pol\u00edticas p\u00fablicas mundiais.<\/p>\n<p>Ao perceber a amea\u00e7a aos seus planos de perman\u00eancia no poder, Bolsonaro imediatamente mudou o tom com que se expressou por todo esse per\u00edodo de um ano. Usando m\u00e1scaras, defendeu a vacina\u00e7\u00e3o contra a covid, enquanto seu filho, senador Fl\u00e1vio Bolsonaro (Republicanos-RJ), publicou uma defesa da vacina\u00e7\u00e3o em suas redes sociais. Entretanto, no mesmo dia, outro filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), mandou a imprensa \u201cenfiar a m\u00e1scara no rabo\u201d.<\/p>\n<p><strong>Log\u00edstica<\/strong><\/p>\n<p>Para a epidemiologista e ex-coordenadora do Programa Nacional de Imuniza\u00e7\u00f5es (PNI), Carla Domingues, que j\u00e1 atuou em grandes programas de vacina\u00e7\u00e3o no passado, e ajudou a transformar o Brasil em uma refer\u00eancia no assunto, o cen\u00e1rio \u00e9 de se lamentar. \u201cA politiza\u00e7\u00e3o da vacina s\u00f3 fez com que houvesse confus\u00e3o no pa\u00eds. Justamente em um momento em que precisamos. A melhor vacina \u00e9 a que chega mais r\u00e1pido. Precisamos esclarecer a popula\u00e7\u00e3o que o objetivo da vacina\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 evitar a infec\u00e7\u00e3o e sim evitar casos graves e \u00f3bitos. Precisamos de ades\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o. Se tivermos pessoas vacinadas e contaminadas, v\u00e3o questionar as vacinas. E n\u00e3o \u00e9 isso. O que queremos, neste momento, \u00e9 evitar o caos e as mortes a partir da vacina\u00e7\u00e3o\u201d, diz.<\/p>\n<p>\u201cExiste uma portaria de consolida\u00e7\u00e3o que deixa claro que \u00e9 de responsabilidade do governo federal a aquisi\u00e7\u00e3o de imunizantes, seringas e agulhas. Em momentos de vacina\u00e7\u00e3o por fora do calend\u00e1rio, precisamos de articula\u00e7\u00e3o do governo federal. No negacionismo do governo, chegamos at\u00e9 mesmo a n\u00e3o comprarmos e em um preg\u00e3o de emerg\u00eancia, conseguimos apenas um percentual delas (\u2026) No atual estado em que a situa\u00e7\u00e3o chegou, com completa desorganiza\u00e7\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel mais pensar em outra l\u00f3gica log\u00edstica mais eficiente\u201d, completou.<\/p>\n<p><em>Fonte: Rede Brasil Atual &#8211;\u00a0<strong>RBA<\/strong><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um ano ap\u00f3s o decreto de pandemia pela OMS, Brasil enfrenta pior momento, com mais de 2 mil mortes di\u00e1rias. No caminho oposto, o mundo controla o surto com isolamento e vacinas A pandemia de covid-19 completa um ano. Em 11 de mar\u00e7o de 2020, a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) decretou o descontrole global [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":7325,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[1301,1392,85],"class_list":["post-7323","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-brasil","tag-coronavirus","tag-covid19","tag-saude"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornalimprensasindical.com.br\/sitenovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7323","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornalimprensasindical.com.br\/sitenovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornalimprensasindical.com.br\/sitenovo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalimprensasindical.com.br\/sitenovo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalimprensasindical.com.br\/sitenovo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7323"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.jornalimprensasindical.com.br\/sitenovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7323\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7326,"href":"https:\/\/www.jornalimprensasindical.com.br\/sitenovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7323\/revisions\/7326"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalimprensasindical.com.br\/sitenovo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7325"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornalimprensasindical.com.br\/sitenovo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7323"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalimprensasindical.com.br\/sitenovo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7323"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalimprensasindical.com.br\/sitenovo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7323"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}