{"id":1975,"date":"2018-10-17T19:55:10","date_gmt":"2018-10-17T22:55:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalimprensasindical.com.br\/sitenovo\/?p=1975"},"modified":"2018-10-17T19:55:10","modified_gmt":"2018-10-17T22:55:10","slug":"desemprego-recua-informalidade-avanca-e-desalento-se-mantem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalimprensasindical.com.br\/sitenovo\/desemprego-recua-informalidade-avanca-e-desalento-se-mantem\/","title":{"rendered":"Desemprego recua, informalidade avan\u00e7a e desalento se mant\u00e9m"},"content":{"rendered":"<p><em>\/\/Em 12 meses, s\u00e3o mais 435 mil vagas sem carteira e 437 mil por conta pr\u00f3pria. Mercado formal fecha 444 mil. Pa\u00eds tem 600 mil desalentados a mais, para um total de 4,8 milh\u00f5es<\/em><\/p>\n<p>\/\/A taxa m\u00e9dia de desemprego no pa\u00eds recuou para 12,1% no trimestre encerrado em agosto, em movimento comum para o per\u00edodo, ante 12,7% em maio e 12,6% em agosto do ano passado, segundo o IBGE. Mas a Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (Pnad) Cont\u00ednua mostra que esse recuo continua se dando, basicamente, pelo trabalho sem carteira e aut\u00f4nomo ou via empreendedorismo, porque o emprego formal pouco avan\u00e7a.<\/p>\n<p>O desalento se mant\u00e9m, crescendo, inclusive, em rela\u00e7\u00e3o a 2017. Os 12,1% correspondem a uma estimativa de 12,707 milh\u00f5es de desempregados, 529 mil a menos (-4%) no trimestre e menos 407 mil (-3,1% em 12 meses. S\u00e3o, respectivamente, 1,195 milh\u00e3o (1,3%) e 1,020 milh\u00e3o (1,1%) de ocupados a mais.<\/p>\n<p>Desses quase 1,2 milh\u00e3o de vagas em tr\u00eas meses, menos de 300 mil s\u00e3o de emprego com carteira assinada, incluindo setor privado (193 mil), trabalho dom\u00e9stico (44 mil) e setor p\u00fablico (62 mil). S\u00e3o 341 mil por conta pr\u00f3pria, 124 mil postos de trabalho sem carteira no setor privado e 148 mil no setor p\u00fablico e 86 mil empregadores.<\/p>\n<p>Em 12 meses, esse acr\u00e9scimo na for\u00e7a de trabalho se d\u00e1 pelo emprego sem carteira, com 435 mil, crescimento de 4%, e pelo trabalho por conta pr\u00f3pria, acr\u00e9scimo de 437 mil (1,9%). J\u00e1 o emprego com carteira cai 1,3%, com perda de 444 mil vagas formais. O total de desalentados \u2013 pessoas que desistiram de procurar trabalho \u2013 ficou est\u00e1vel no trimestre, somando 4,8 milh\u00f5es. Mas cresceu 13,2% na compara\u00e7\u00e3o com agosto do ano passado. S\u00e3o 600 mil a mais. A chamada taxa de subutiliza\u00e7\u00e3o (pessoas que gostariam de estar trabalhando mais) tamb\u00e9m ficou est\u00e1vel ante maio.<\/p>\n<p>E cresceu 0,4 ponto percentual em um ano, de 24% para 24,4%. S\u00e3o 27,5 milh\u00f5es de pessoas, crescimento de 2,8% em 12 meses (acr\u00e9scimo de 756 mil). Entre os setores, os \u00fanicos a crescer no trimestre foram agricultura\/pecu\u00e1ria (252 mil), administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica\/sa\u00fade\/seguridade\/educa\u00e7\u00e3o (361 mil) e servi\u00e7os dom\u00e9sticos (154 mil). Os demais mantiveram estabilidade.<\/p>\n<p>Em 12 meses, novamente administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica (473 mil), outros servi\u00e7os (260 mil) e servi\u00e7os dom\u00e9sticos (156 mil) t\u00eam alta, enquanto a constru\u00e7\u00e3o civil fecha 195 mil postos de trabalho. O rendimento m\u00e9dio, estimado em R$ 2.225, ficou est\u00e1vel nas duas compara\u00e7\u00f5es, segundo o IBGE. O mesmo acontece com a massa de rendimento, que soma R$ 199,9 bilh\u00f5es.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\/\/Em 12 meses, s\u00e3o mais 435 mil vagas sem carteira e 437 mil por conta pr\u00f3pria. Mercado formal fecha 444 mil. 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