{"id":11476,"date":"2024-04-09T13:13:06","date_gmt":"2024-04-09T16:13:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalimprensasindical.com.br\/sitenovo\/?p=11476"},"modified":"2024-04-09T13:13:06","modified_gmt":"2024-04-09T16:13:06","slug":"cesta-basica-sobe-de-marco-a-marco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalimprensasindical.com.br\/sitenovo\/cesta-basica-sobe-de-marco-a-marco\/","title":{"rendered":"Cesta b\u00e1sica sobe de mar\u00e7o a mar\u00e7o"},"content":{"rendered":"<p>O Dieese publicou recente pesquisa relativa \u00e0 varia\u00e7\u00e3o da cesta b\u00e1sica. O levantamento, em 17 Capitais, constatou eleva\u00e7\u00e3o em 10 locais. Produtos que mais encareceram foram feij\u00e3o e banana. A batata registrou a maior baixa.<\/p>\n<p>A\u00a0<strong><em>Ag\u00eancia Sindical\u00a0<\/em><\/strong>ouviu a Supervisora de Pre\u00e7os do Dieese, economista Patricia Costa, sobre a Pesquisa Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor.<\/p>\n<p><strong>Raz\u00f5es<\/strong>\u00a0&#8211; Ela aponta as altas temperaturas dos \u00faltimos meses como um dos fatores para o aumento dos produtos. Em fevereiro, a pesquisa havia constatado alta em 14 das 17 Capitais.<br \/>\nAs eleva\u00e7\u00f5es, agora, aconteceram sobretudo no Norte-Nordeste. Recife (5,81%), Fortaleza (5,66%) e Natal (4,49%). A Supervisora de Pre\u00e7os do Dieese explica: \u201cO impacto nessa Regi\u00e3o \u00e9 porque a composi\u00e7\u00e3o dos itens da cesta difere parcialmente de outros lugares\u201d.<\/p>\n<p>Segundo a economista, o pre\u00e7o dos alimentos, como a batata, fez com que no Centro-Sul o valor da cesta registrasse queda na compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas anterior. \u00c9 o caso de Rio (-2,47%), Porto Alegre (-2,43%) e Campo Grande (-2,43%).<\/p>\n<p><strong>Clima<\/strong>\u00a0&#8211; As oscila\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas afetam sobretudo os produtos in natura (obtidos diretamente do cultivo de plantas ou animais). Patricia Costa afirma: \u201cCom rela\u00e7\u00e3o \u00e0 banana e ao tomate, por exemplo, o excesso de calor tem jogado os pre\u00e7os pra cima\u201d.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a press\u00e3o sobre alguns alimentos ocorre devido \u00e0 demanda no mercado externo. Caso do caf\u00e9, cuja eleva\u00e7\u00e3o de pre\u00e7o tamb\u00e9m est\u00e1 relacionada ao aumento da exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Estoque<\/strong>\u00a0&#8211; Segundo Patr\u00edcia Costa, o pre\u00e7o dos alimentos deve ficar mais est\u00e1vel com a implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas pra atenuar as oscila\u00e7\u00f5es do mercado. Uma delas \u00e9 a reposi\u00e7\u00e3o de estoques reguladores. \u201cO governo utiliza o armazenamento de produtos para coloc\u00e1-los no mercado em \u00e9pocas de safra baixa, evitando que a cota\u00e7\u00e3o tenha uma eleva\u00e7\u00e3o muito grande\u201d, explica Patricia.<\/p>\n<p><strong>Horas<\/strong>\u00a0&#8211; A cesta em SP, em fevereiro, exigiu 125,57 horas trabalhadas de quem recebe sal\u00e1rio m\u00ednimo. M\u00eas de mar\u00e7o, eram necess\u00e1rias 126,43 horas. Fevereiro, cesta custava R$ 808,38; mar\u00e7o, R$ 813,26. No ano passado, em SP, a mesma cesta ficou em\u00a0R$ 782,23 em mar\u00e7o.<\/p>\n<p><strong>MAIS<\/strong>\u00a0&#8211; Site do\u00a0<a>Dieese<\/a>.<a>\u00a0\u00a0\u00a0<\/a><\/p>\n<p>Por Ag\u00eancia Sindical<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Dieese publicou recente pesquisa relativa \u00e0 varia\u00e7\u00e3o da cesta b\u00e1sica. O levantamento, em 17 Capitais, constatou eleva\u00e7\u00e3o em 10 locais. Produtos que mais encareceram foram feij\u00e3o e banana. A batata registrou a maior baixa. A\u00a0Ag\u00eancia Sindical\u00a0ouviu a Supervisora de Pre\u00e7os do Dieese, economista Patricia Costa, sobre a Pesquisa Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor. 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