{"id":11275,"date":"2024-01-20T09:30:53","date_gmt":"2024-01-20T12:30:53","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalimprensasindical.com.br\/sitenovo\/?p=11275"},"modified":"2024-01-19T16:09:54","modified_gmt":"2024-01-19T19:09:54","slug":"miguel-da-forca-quer-desoneracao-resolvida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalimprensasindical.com.br\/sitenovo\/miguel-da-forca-quer-desoneracao-resolvida\/","title":{"rendered":"Miguel da For\u00e7a quer desonera\u00e7\u00e3o resolvida"},"content":{"rendered":"<p>O ano virou, mas a desonera\u00e7\u00e3o da folha continua no impasse. O tema cheio de vaiv\u00e9ns provoca choques entre governo, empres\u00e1rios, Congresso Nacional e parte do sindicalismo.<\/p>\n<p>Dirigente metal\u00fargico em SP e presidente nacional da For\u00e7a Sindical, Miguel Torres tem passado parte do tempo em Bras\u00edlia, em reuni\u00f5es e busca de solu\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A desonera\u00e7\u00e3o de amplos setores come\u00e7ou em 2012, com Dilma. O atual governo a suspendeu. O Congresso restabeleceu. O governo vetou e produziu Medida Provis\u00f3ria com mudan\u00e7as, mas elas n\u00e3o agradam congressistas, empresariado e parcela do movimento.<\/p>\n<p><strong>Reuni\u00e3o<\/strong>\u00a0&#8211; Segundo Miguel, no in\u00edcio de fevereiro haver\u00e1 reuni\u00e3o tripartite. A ideia \u00e9 mexer na MP, para torn\u00e1-la aceit\u00e1vel \u00e0s partes. Ele diz: \u201cA preocupa\u00e7\u00e3o sindical \u00e9 tripla. Ou seja, manter os empregos, preservar a massa salarial e tamb\u00e9m o caixa da Previd\u00eancia\u201d. A desonera\u00e7\u00e3o reduz o recolhimento previdenci\u00e1rio dos setores e subsetores abrangidos.<\/p>\n<p>Sindicalistas t\u00eaxteis, constru\u00e7\u00e3o civil, autope\u00e7as e outros temem preju\u00edzos caso a desonera\u00e7\u00e3o caia. Eles preveem desemprego e dificuldades nas negocia\u00e7\u00f5es coletivas. \u201cNesses 12 anos, parte da ind\u00fastria criou depend\u00eancia da desonera\u00e7\u00e3o\u201d, afirma o presidente da For\u00e7a.<\/p>\n<p>Para Miguel, o governo erra ao n\u00e3o agregar o sindicalismo ao debate desde o in\u00edcio. \u201cA \u00e1rea econ\u00f4mica at\u00e9 trata com o empresariado, mas o movimento, que tem propostas, inclusive feitas pelo Dieese, tem tido pouco espa\u00e7o\u201d. Ele espera que isso mude ap\u00f3s a reuni\u00e3o em fevereiro.<\/p>\n<p>O dirigente forcista defende contrapartidas efetivas, como emprego e avan\u00e7o nas negocia\u00e7\u00f5es coletivas com os trabalhadores de setores que venham a manter a desonera\u00e7\u00e3o. Quanto \u00e0 forma adotada pelo governo, ou seja, Medida Provis\u00f3ria, Miguel diz: \u201cAzedou a rela\u00e7\u00e3o com empres\u00e1rios e Congresso\u201d.<\/p>\n<p><strong>China\u00a0<\/strong>&#8211; Uma das formas do governo ampliar receita, segundo Miguel Torres, \u00e9 com a taxa\u00e7\u00e3o de produtos chineses at\u00e9 50 d\u00f3lares. Ele comenta: \u201cEsse tipo de produto, dentro das normas tribut\u00e1rias atuais, atinge duramente os setores t\u00eaxtil, confec\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m o com\u00e9rcio varejista\u201d.<\/p>\n<p><strong>Categorias<\/strong>\u00a0&#8211; Outra preocupa\u00e7\u00e3o de Miguel Torres \u00e9 a comunica\u00e7\u00e3o com as bases. Ele diz: \u201cQueremos ficar longe de qualquer ideia que pare\u00e7a lobby. Nossa inten\u00e7\u00e3o \u00e9\u00a0passar a ideia de defesa da produ\u00e7\u00e3o, do emprego, da massa salarial e do poder de negocia\u00e7\u00e3o das entidades\u201d.<\/p>\n<p><strong>MAIS\u00a0<\/strong>&#8211; Sites das\u00a0<a>Centrais<\/a>\u00a0e\u00a0<a>Dieese<\/a>.<\/p>\n<p>Ag\u00eancia Sindical<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O ano virou, mas a desonera\u00e7\u00e3o da folha continua no impasse. O tema cheio de vaiv\u00e9ns provoca choques entre governo, empres\u00e1rios, Congresso Nacional e parte do sindicalismo. Dirigente metal\u00fargico em SP e presidente nacional da For\u00e7a Sindical, Miguel Torres tem passado parte do tempo em Bras\u00edlia, em reuni\u00f5es e busca de solu\u00e7\u00f5es. 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